I-A PAZ INTERIOR COMO PAZ E TAREFA
A nossa Fé diz-nos que Deus está connosco e optimiza as nossas capacidades, incluindo a nossa capacidade de sermos felizes.
O evangelho de São João diz que a oração faz emergir em nós a alegria em perfeição: “Pedi e recebereis, a fim de a vossa alegria ser completa” (Jo.16,24).
Os evangelhos dizem que o facto de podermos ser felizes depende em grande parte de nós.
Mas para isso, insistem as Escrituras, devemos proceder como crentes que tomam Deus a sério.
Tomar Deus a sério significa agir confiadamente e sem medo.
Se estivermos unidos a Deus e alimentarmos a nossa fé com a Palavra de Deus, o nosso ser interior ganha uma nova densidade espiritual.
Os medos desaparecem e Deus torna-se um convite ao amor e à comunhão, como diz a Primeira Carta de São João:
“No amor não há temor, diz a Primeira Carta de São João, pois o amor, quando é perfeito, lança fora o temor.
Com efeito, o temor implica castigo. O que teme não é perfeito no amor” (1Jo.4,18). Jesus diz-nos que devemos ser confiantes como as crianças, tendo um coração simples e uma mente livre de preconceitos.
São Paulo tinha a certeza de que Deus está atento e toma-nos a sério. Eis as suas palavras: “Nós sabemos que Deus coopera em tudo para o bem dos que o amam” (Rm.8,28).
É importante termos habitualmente presente os grandes ensinamentos de Jesus, sobretudo os que se referem à nossa possibilidade de sermos felizes.
Eis as palavras de Jesus no evangelho de São Lucas: “Felizes os que ouvem a Palavra de Deus e a guardam” (Lc.11,28).
Eis as palavras de Jesus no evangelho de São João: Sereis felizes se compreenderdes as minhas palavras e as praticardes” (Jo.13,17).
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